Enxoval: do que realmente um bebê precisa?

É temporada de baby boom. Não sei se fui eu que fiquei mais perceptiva depois do nascimento da Marina ou se foi o povo mesmo que começou a engravidar e ter neném de repente. Várias grávidas surgindo no meu convívio. Cunhada, amiga de cursinho, duas da faculdade, uma do trabalho, namorada do primo… Mundinho sendo povoado a todo vapor.

Então, depois de pregar conversar sobre as milhares de vantagens do parto natural humanizado, sempre vem uma conversa que ocupa muito o pensamento das futuras mamães: o enxoval. Tão gostoso comprar coisinhas de bebês, mas, ao mesmo tempo, é tudo tão caro.

Eu mesma adorava comprar coisas só porque eram fofas. Ou só porque, na minha concepção de não-mãe, achava que todo bebê PRE-CI-SA-VA ter uma chupeta, uma garrafa térmica e um kit de higiene de vime que custa uma bica (mas nunca entendi a razão, já que são apenas alguns potinhos de vime para guardar algodão e cotonete). Até hoje, às vezes, me vejo comprando coisas que parecem supernecessárias e depois percebo que na prática não têm utilidade alguma. Que o diga minha fatura de cartão de crédito, que só vem com os nomes das lojas tipo Baby, Bebê, Cegonha… Medo do meu consumismo desenfreado.

Mas voltando…

Antes da chegada da minha bebê, ganhamos um quarto lindo com berço, cômoda, guarda-roupa. Coisa fofa. Chorei de emoção. E continuo admirada toda vez que entro lá. Mas, pasmem, algumas coisas quase não foram usadas até hoje. O berço é uma delas. Então, fiz aqui uma listinha do que eu acho que deve fazer parte do enxoval e o que nem tanto. Vamos por itens (lembrando que essa é a MINHA opinião. Cada mãe e cada bebê têm seu modo de viver e sabe de suas necessidades).

NECESSARIOS

1. Sling – Não sei o que faria sem esse pedaço lindo de pano. Desde que ele chegou em casa, quando Marina tinha 16 dias, é um dos acessórios mais usados. Além de servir para ficar sempre com o bebê pertinho, protegido, passear na rua sem se preocupar com desníveis e degraus e embalar até o soninho, ainda serve para forrar o chão de um parque, por exemplo, para o bebê brincar, ou até para cobri-lo quando o tempo esfria de repente e você não está preparada. #quemnunca

2. Toalhas-fralda e paninhos de boca – Sempre carrego algumas para limpar a boca, o nariz, dar banho de gato, colocar embaixo do bebê na hora de trocar, colocar entre a cabeça dela e o bebê conforto no carro, para não suar tanto. Enfim. Mil e uma utilidades.

3. Toalha com capuz – São ótimas para enrolar o bebê depois do banho. Tem umas que vêm com uma fralda por dentro, mais suaves para secar a pele delicada deles, principalmente no começo. Encaixar o capuz na cabecinha do bebê facilita o processo de tirá-lo do banho rapidamente e evitar que tome friagem, principalmente quando você está sem ajuda.

4. Manta – Mantinhas, cobertores, edredons… Marina nasceu no frio e eles sempre ajudaram MUITO. Eles também servem para forrar o chão ou alguma outra superfície para o bebê brincar e não se machucar.

 5. Tapetinho de EVA – Virei maníaca por eles. São ótimos para deixar o bebê livre para brincar sem o perigo de cair e se machucar. O problema é que lavá-los e colocar para secar (principalmente para quem mora em apartamento, como eu) não é tão fácil. Minha mãe diz que já colocou as peças que eu deixei na casa dela na máquina de lavar. E recomenda! Ainda não fiz a experiência, mas volto para contar.

6. Bodies e mijões – De manga curta, de manga comprida, regata, estampados, neutros, coloridos. Os bodies são os melhores amigos das mães e dos bebês. Dá para usar embaixo do macacão, no frio, ou só eles, quando o tempo está mais ameno. Quando a temperatura está no meio termo ou para dormir, é possível combiná-los com os mijões, que são as calças. Elas podem ter pés ou não. Os pés garantem os pés quentinhos, já que as meias podem escapar – e elas quase sempre escapam mesmo. Por outro lado, como os bebês crescem rápido, as peças são perdidas rapidamente, porque ficam apertadas mais facilmente do que as que não tem pés.

 7. Macacões com zíper – Gente, a pessoa que inventou o macacão com milhares de botões não tinha bebê em casa. Sério. Ô, dificuldade que é fechar todos eles. Isso quando a gente não chega no final, com o bebê já irritado de tanto esperar, e precisa voltar tudo porque ficou sobrando um botão e, epa, tem alguma coisa errada lá em cima. Os papais são mestres nessa arte. O macacão com zíper facilita e MUITO a vida, viu? Só verifique se tem a proteçãozinha para o ziper não machucar o bebê.

8. Berço para o quarto ou moisés – No nosso caso, reaproveitamos um miniberço que já passou por, pelo menos, uns três bebês da família. Agora, ele já foi enviado para o quarto bebê: meu sobrinho, lindo, Heitor, que chega em maio. Não queríamos deixar Marina no quarto dela sozinha, sendo que ela era apenas um bebê pequenino e indefeso. Sacanagem, né? Mas também tínhamos medo de dormir na cama com ela e acordar com um bebê esmagado. Então, a solução foi esse meio-termo.  E foi ótimo. Aos quatro meses, ela não cabia mais dentro dele. Pelo menos não confortavelmente, aí ela passou para a nossa cama, onde continua até hoje, para o horror de quem acha que ela vai dormir conosco para sempre. Bom, nunca vi alguém chegar na faculdade e ainda querer dormir de conchinha com os pais todos os dias.

9. Meias – Não preciso falar, né? Os pézinhos dos bebês são extremidades do corpo e ficam sempre geladinhos no frio. Nada como as meias de algodão para mante-los quentes e confortáveis. E um pé frio irrita qualquer um, não é mesmo?

10. Touca de algodão – Importante desde o nascimento. O bebê sai do quentinho do útero e precisa muito de calor. A touca de algodão é suave e ajuda a aquecer a cabecinha.

11. Bebê conforto – Imprescindível MESMO. Não tem como transportar o bebê no carro sem ele. Uma porque é incrivelmente mais seguro. Outra porque você pode levar multas pesadas. Ah, ele precisa andar sempre virado para a traseira do carro e preso com o cinto de segurança, viu?

12. Fraldas – Ganhamos um armário cheeeeio de fraldas no chá de bebê. E tem sido muito útil. Acabei de comprar algumas fraldas de pano para testar e estou gostando do resultado (vem post depois), mas no ritmo frenético da vida, acho impossível substituir totalmente as descartáveis, pelo menos nesse momento.

13. Algodão – Nos primeiros dois meses da Marina, além de ela ser muito sensível com aquela pelezinha de recém-nascida, estava MUITO frio. Ela, inclusive, nasceu na semana mais fria do ano aqui em São Paulo. Então, nas trocas de fralda, limpávamos o bumbum apenas com algodões umedecidos em água morna. Inconveniente colocar aquele lencinho gelado na bunda numa temperatura congelante, né? Mas só até os dois meses, o que nos leva ao item seguinte.

14. Toalhinhas umedecidas – A aguinha morna com algodão no bumbum era boa, mas durou pouco. Não era muito prático ter que aquecer a água a cada troca de fralda. Quando estávamos fora de casa, então, nem se fala. A partir daí, apelamos para a praticidade das toalhas umedecidas, que são diferentes dos lenços. As toalhas, das marcas melhorzinhas, são mais grossinhas. Os lenços geralmente vem naquelas embalagens de potinhos plasticos redondinhos e são mais finos. Difíceis de usar. Você gasta umas mil folhinhas e a bunda ainda tá suja. Socorro. Dá não.

15. Xampu/sabonete – Usamos o da Weleda e superaprovamos. O fato de ser xampu e sabonete num produto só facilita MUITO a hora do banho. Acredite.

16. Álcool 70% – Usamos bastante no início para higienizar o coto umbilical nas trocas de fraldas. Só o álcool 70% consegue eliminar de fato as bactérias. É importante.

17. Tesourinha de unha – Você reclama que suas unhas demoram para crescer? Acho que as unhas de um bebê crescem numa velocidade maior que a da luz. Nossa, corto as da Marina toda semana. Às vezes, até mais de uma vez por semana. Tem gente que prefere o cortador. Eu me dei bem com a tesourinha mesmo.

18. Pomada de lanolina – Tive feridas horríveis no seio no início da amamentação. Andava pelada em casa, tomava sol, colocava luz, etc, etc. Mas a cura foi acelerada quando cedi para a pomadinha de lanolina. Usei a Lansinoh e achei ótima. Mas só enquanto os machucadinhos não cicatrizaram. Não adianta usar antes porque não previne.

 19. Trocador – Aquele acolchoadinho forrado com plástico é bem útil porque é batata: é tirar a fralda da Marina para trocar em cima da cama e chuáááá lá vem o xixi. Quando eu troco em cima do plastiquinho ela incrivelmente nunca faz xixi. Mas se fizer, meu colchãozinho lindo está protegido.

duvida

1. Banheira – Fiquei muito na dúvida sobre esse assunto no início, mas, no final, minha mãe me deu a banheira com o suporte/trocador. Usamos bastante nos primeiros meses, mas depois, já aos cinco meses, descobrimos que Marina gosta mesmo é de tomar banho no balde. Mas o banho é a área do papai e ele ainda fica na dúvida se prefere a banheira. Nas poucas vezes em que eu dou banho me sinto mais segura com o balde porque ela fica sentadinha, brincando e tudo mais. Mas também acho que é porque AGORA ela fica sentadinha. Enfim, não sei ainda.

2. Berço – Ela ganhou o berço que era da filha de um amigo do Luiz, antes mesmo de nascer, mas posso contar nos dedos as vezes em que dormiu lá. Nos primeiros meses, como contei acima, ela dormia no miniberço no nosso quarto. Depois, ficou poucos dias dormindo no berço no quarto dela. Mas quando voltei a trabalhar, passamos a ficar muito afastados durante o dia. A pedidos do papai, a pequena voltou a dormir conosco, na mesma cama, todos os dias. Confesso que gostei da ideia. Principalmente porque de um tempinho para cá, ela começou a querer mamar mais durante a noite e estar na mesma cama facilita a vida. Às vezes, eu nem acordo. Sério. Então, não sei se um dia vai rolar o berço. Até porque depois que conheci alguns fundamentos da educação montessoriana, fiquei com muita vontade de trocar o móvel por um futon ou colchão no chão.

3. Pomada de assadura – Quando estava grávida, achei que passar pomada de assadura fazia parte da rotina de troca de fralda. Tira fralda, limpa o bumbum, passa a pomada e põe a fralda nova. Depois, no curso de gestantes da Casa Ângela, descobri que não precisa. A gente só passa a pomada quando o bumbum tá ficando vermelhinho, ameaçando assar, sabe? Mas é beeeem difícil acontecer. Usamos a pomadinha da Weleda também (Esse post não é patrocinado, tá?). Ela é um pouco mais cara, mas como usamos pouco e a textura é boa, dura muito. Só comprei uma bisnaga até hoje e ela não está nem na metade.

4. Termômetro de febre – Lembro que um ou dois meses antes de a Marina nascer saí com uma listinha das últimas coisas a comprar para uma loja de bebês perto de casa e este era um dos itens faltantes. Ele está lá, na caixinha até hoje. Sempre achei que nunca saberia identificar uma febre como minha mãe fazia, encostando a parte de trás da mão na testa e nas bochechas. Mas não é que a gente percebe? Rola aquela perguntadinha para o marido: “Você acha que ela está quentinha?”. E o que nós dois decidirmos, está decidido. Rs. Se ela estiver muito quente, com febre alta, aquela que demanda atitudes mais fortes, nós saberemos.

5. Babá eletrônica – Desnecessário, a não ser que seu bebê durma no quarto dele e 1) você more numa casa muito grande onde seu quarto fique muito longe do quarto do bebê ou 2) você tenha que deixar a porta fechada porque tem dois gatos terroristas em casa. O segundo é o meu caso. Ou pelo menos foi nas cinco vezes (aproximadamente) em que Marina dormiu no quarto dela. Por enquanto, não compensou o investimento.

6. Óleo – Gostoso para fazer uma massagem no bebê antes do banho, para dar uma relaxada. Mas com a correria quase nunca me sobra tempo de fazer uma massagem, então, tá lá o potinho do óleo cheinho, cheirosinho, encostadinho.

7. Carrinho – Uma imagem comum na minha cabeça durante a gravidez era eu passeando com o bebê no carrinho em uma pracinha, nas ruas do bairro, indo à padaria pela manhã, com os passarinhos cantando. E aí o bebê nasceu e tocou o despertador. Eu caí da cama e o sonho acabou. Gente, é impossível andar nas ruas de São Paulo com um carrinho de bebê. Vocês já tentaram? Desníveis, buracos, calçadas sem espaço de passagem, degraus sem guia rebaixada… Um horror. Senti (0,0001%) do drama dos deficientes físicos que precisam andar de cadeira de rodas. Olha. Complicado. O sling salva nessas horas. Além disso, o bebê carregado próximo ao peito fica mais calmo, pertinho da mamãe e ainda tem uma visão do mundo parecida com a de seu cuidador e não fica só olhando para o teto. O carrinho é legal para ficar em casa, para passear em lugares nivelados, como o parquinho do prédio, etc. Mas para dar altos rolês, não é recomendável, não. Fora a trabalheira que dá abrir, fechar, guardar, transportar. É legal, mas não acho indispensável.

8. Luvas – Assim como os pés necessitam de meias, as mãozinhas do recém-nascido precisam ficar quentinhas e nada como uma luva para cumprir essa função. Além disso, as unhas dos bebês crescem rapidinho, rapidinho, e eles começam a se arranhar quando esfregam o rosto, os olhos… Acontece que a Marina fica inquieta se ficava com as mãos cobertas. Ela não parava de luva. E se parava, se irritava. Desistimos logo cedo.

9. Mamadeira – De início, a mamadeira é completamente desnecessária. Para que dar o leite em uma garrafinha se você pode oferecer diretamente da fonte? Sem precisar lavar, esterilizar, esquentar, carregar… Bebês que tomam leite materno ordenhado ou fórmula por um motivo ou por outro podem tomar no copinho. Eles são capazes, com algum treino. Porém, quando comecei a trabalhar novamente, me desesperei porque ela não aceitava nenhuma outra forma de dar o leite, que não o peito. Uma hora, eu chorava tanto e o desespero era tão grande, que apelei para a bendita. Tentei vários tipos diferentes (olha o dinheiro indo embora aí, gente), até que ela se deu bem com uma delas. E aí não teve jeito… Graças a Deus ela não largou o peito, nem fez confusão de bicos. Com certeza, se ela tem alguma escolha entre peito e mamadeira, ela não tem dúvidas: vem direto para mim. Se eu fosse ficar com ela em casa até desmamar, não compraria de jeito nenhum. Ou insistiria mais com o copinho, se pudesse voltar atrás.

desnecessarios

1. Chupeta – Apesar de muitos palpites, insistências e olhares chocados, não dei chupeta para a Marina. E quer saber? Não faz a menor falta por aqui. Se ela começa a chorar, o peito é que resolve e pronto.

2. Kit de higiene – Gente, por que pagar tão caro em três potinhos de vime e uma bandejinha? Qual o problema de usar potinhos comprados em outras lojas, que não sejam de bebês, ou até potinhos reciclados, bem lavados e customizados com tecidos ou adesivos, por exemplo? Neste item, dá para economizar.

3. Sapato – Quando descobri que teríamos uma menina, a primeira coisa que fiz foi comprar um sapato azul de bolinha branca. Coisa mais linda. Mas gente, a garota tem quase oito meses e nunca usou nenhum sapato (ela ganhou vários depois disso) por mais de dois minutos. Às vezes, quando vamos sair, coloco um vestidinho e um sapatinho, assim, bem bonequinha, mas… É o tempo de tirar uma foto e pronto. O sapato já saiu, já caiu, já se perdeu ou eu mesma tirei porque vi que ela fica mais à vontade descalça. E quem é que não fica?

4. Macacões e roupas com botões atrás – Que tipo de pessoa inventa uma roupa para bebê com botão atrás, pelo amor de Deus? Como fechar? Sem mais.

5. Macacões RN – Todo mundo vai te visitar e dar um macacãozinho minúsculo de presente. Mas eles só vão caber até seu filho fazer três meses. E nesse dia você vai se dar conta de que está tudo apertado e que seu filho não tem mais roupa nenhuma. Então, se for investir em roupinhas, prefira as peças maiores, nem que no começo precise dobrar as manguinhas.

6. Poltrona de amamentação – Ganhamos uma poltrona, mas nunca coube no quarto da Marina. Ela ficou lá destoante na sala. Os gatos gostaram porque ganharam mais um lugar para se enrolar, dormir e afiar as unhas. Mas eu mesma, amamento em todo lugar. Não preciso da poltrona. Pode ser no sofá, na cama, na rua, na chuva, na fazenda… Então, não gastaria meu dinheiro com isso.

7. Absorvente de seio – Até a demanda da amamentação ajustar, o seio vaza que é uma beleza, mas por mais que se passe vergonha por aí, nunca achei uma boa ideia abafar as feridas. Tinha que deixar aberto para respirar e cicatrizar mais rápido. Quando sentia a necessidade, colocava uma fraldinha de pano dobrada dentro do sutiã.

8. Concha de amamentação – Como disse ali em cima, tive dificuldades para amamentar no início, mas sempre me disseram que a concha mais atrapalha que ajuda. Ela pode favorecer o acúmulo de fungos e ainda dificultar a pega do bebê, que é fundamental para ajustar a amamentação e curar as feridas no seio.

9. Termômetro de banheira – Gente, seu cotovelo é o melhor termômetro que existe. Sério. Comprei um termômetrozinho em forma de tartaruga achando que daria banhos em temperaturas ideais. Mas no primeiro banho quase escaldamos a Marina de tão quente que estava a água. Depois, fomos aprendendo a medir sozinhos.

10. Mala de passeio – Gente, não dá. Como segurar bebê, mala, trambolho, brinquedos ao mesmo tempo? Uma mochila facilita o trabalho. É por isso que eu escolhi uma assim.

11. Espelho para o banco traseiro – Eu sentia muita aflição de dirigir sozinha com a Marina no bebê-conforto no banco de trás, virada para trás. Cheguei a chorar de aflição no começo. Até que um dia nessas lojas mil maravilhas de coisas de bebê, encontrei um espelhinho feito para fixar no encosto de cabeça no banco de trás e, assim, poder olhar o rostinho do bebê pelo retrovisor. Saí da loja toda feliz com meu novo acessório de quase cem reais e já cheguei no carro com ele fora da embalagem, para instalar. E aí…. Bem, aí eu me dei conta de que meu carro não tem encosto da cabeça no banco de trás.

Anúncios

2 opiniões sobre “Enxoval: do que realmente um bebê precisa?

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s