O quinto mês da Marina

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Tá. Ela já tem cinco meses e 8 dias. Me atrasei no post. Minha culpa, minha tão grande culpa. É que vocês sabem, né? Natal, correria, presentes daqui, sobremesa para ceia de lá… Desculpas mil. Mas vamos ao que interessa: minha pequena completou cinco meses. O mês foi bem agitado. Ela fez sua primeira viagem sobre um caminhão guincho de madrugada e até passou uma noite na delegacia. DÓ! Tudo graças a uma bela maré de azar de seus pais.

Explico: em um domingo a noite, voltávamos tranquilamente de um final de semana na casa dos tios dela, na praia, quando um acidente com o carro (não aconteceu nada, com ninguém, mas o carro pifou de maneira que não dava pra sair do lugar), nos deixou à beira da estrada, à espera do guincho que só chegou umas 5 horas mais tarde. E Marina dormia… Não viu nada! Muito perrengue depois, chegamos em casa. Na semana, gastamos uma bala para deixar o Nestor (sim, meu carro, esse guerreiro, tem nome) em ordem. Na sexta-feira seguinte, o Luiz foi me buscar na casa da vovó da Marina e – PÁ – foi assaltado. Levaram meu Nestorzinho! Lágrimas, suspense, decepção. Eu estava sem seguro. Mas ninguém se machucou, eu não estava no carro, Marina não estava no carro. Ufa! Entre mortos e feridos, salvaram-se todos. Eis que na segunda-feira, a polícia me liga que achou o carro! E lá fomos nós recuperar Nestorzinho mais uma vez. E até o delegado liberar o veículo, era quase 2 da manhã. E Marina junto, firme e forte na DP! Guerreira também, essa menina.

Mas como depois da tempestade sempre vem a bonança, também teve coisa boa. Eu teria que ter voltado ao trabalho no dia 2 de dezembro. Mas meus chefes (ANJOS) me deram mais duas semanas e disseram que eu só precisaria voltar dia 16. Aí, quando o dia estava quase chegando, eles ligaram de novo e disseram que como tudo estava tranquilo, fim de ano, e faltava uma semana para entrar em recesso, eu podia ficar mais um pouquinho. Agora só volto dia 6 de janeiro, quando faltar 12 dias para Marina completar seis meses! ALEGRIA SEM FIM!

Muitos acontecimentos depois, vamos ao desenvolvimento.

Para a Marina:

– Agora ela dá gargalhadas fartas, de verdade. No dia que chegamos da delegacia de madrugada foi a primeira vez. Eu e o pai dela quase morremos de alegria. Depois de um perrengue danado, ser presenteado com uma gargalhada das boas de uma neném, não tem preço!

– Ela usa as mãozinhas com mais firmeza e passa os objetos com facilidade de uma mão para a outra.

– Começou a estranhar as pessoas com quem ela não convive ou convive mesmo.

– Estica os bracinhos para vir para o meu colo ou para o colo do pai.

– Um dia antes de seu mesversário, ela estava com exatos 6 kg e 66 cm.

– Ela finalmente pegou a mamadeira. Eu não gosto disso. Queria ter dado no copinho, mas ela não aceitou de jeito nenhum e isso estava me preocupando porque vou ter que voltar ao trabalho e precisava da tranquilidade de saber que ela vai estar alimentada. Mesmo assim, ela não curte muito não. Prefere o peito, sempre. Acho que, no nosso caso, não vai ser motivo para desmame, não.

– Ela consegue virar de bruços, mas tem dificuldade para tirar o bracinho debaixo do corpo.

– Ela senta com apoio e, de vez em quando, fica alguns segundos sem apoio. Mas bem pouquinho.

– Coloca tudo na boca e até já comeu papel (!!!). Não posso mais dizer que foi amamentada exclusivamente até os seis meses. Rs.

– Ela baba, baba, baba, mas nem sinal de dente por enquanto.

– O vocabulário dela está aumentando. Ela faz barulho de gargarejo, grita, estala a boca como se estivesse mandando um beijo e mostra a língua.

– Por último, o passo mais significativo: ela dorme sozinha em seu quarto! Ela estava dormindo com a gente na cama, mas como dorme bem a noite inteira, decidimos tentar coloca-la no berço. Ela ficou. A noite inteira. Simples assim. Sem dificuldade alguma. Nem ligou, nem nada. Nós é que ficamos carentes dela. Mas ela, nem aí. Numa boa. Menina independente aos cinco meses! Socorro!

Para mim:

– Sinto falta da minha bebê na minha cama.

– Estou feliz por ter ganhado um mês extra em casa, mas, mesmo assim, to morrendo de medo do dia de voltar ao trabalho.

– Já conheço as carinhas e os diferentes choros dela.

– Continuo firme e forte aumentando o estoque de leite materno no freezer.

– Tenho me controlado muito para não morder minha filha. Ela é muito fofa e eu sou muito coruja!

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4 opiniões sobre “O quinto mês da Marina

  1. E já já casa do Priminho mais uma vez, agora pra passar o final de ano.
    Só temos que tomar cuidado com o Titio, e tão ”Joselito” quanto seu Primo.
    🙂 😉 🙂 😉

  2. Pingback: Cadê o ócio que estava aqui? | Casa, cozinha e fralda trocada

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