Ela chegou! – Relato de parto humanizado na Casa Ângela, em São Paulo

Da última vez que sumi desse blog eu pedi: “que a próxima ausência seja por causa do nascimento da Marina”. Pois é. Meu pedido foi atendido e cá estou escrevendo para contar como foi que a minha vida mudou completamente no dia 18 de julho de 2013, às 5h49.

A história é comprida… Então, lá vai!

Antes de tudo, preciso voltar ao meu último dia de trabalho. Era sexta-feira, dia 12. Eu continuei com minha rotina normal porque, apesar do peso, eu me sentia superbem e usava a ocupação para driblar a ansiedade, que estava a mil porque eu já tinha completado 39 semanas. Meu chefe olhou bem para mim e disse que não queria mais me ver ali na segunda-feira. Era hora de eu ficar em casa, me preparando para a chegada da Marina. E eu disse que não tinha problema nenhum em ir para o escritório, que eu preferia começar minha licença mesmo quando minha bebê já estivesse nos meus braços e tudo mais. Mas não teve jeito. Ele disse que aquele era meu último dia e ponto final. (Preciso abrir aqui um parênteses para agradecer aos dois chefes que foram muito bacanas. Eles me disseram que me dariam esses dias e começariam a contar a licença a partir do nascimento da Marina. Uma atitude muito legal, difícil de ver na maioria das empresas por aí. Não é puxa-saquismo. Juro. Fiquei realmente impressionada e profundamente agradecida).

Assim, comecei a outra semana em casa. Foi gostoso. Na segunda-feira meus pais estavam por aqui e passamos um ótimo dia juntos. Eu até achava que sentia umas contrações, mas elas eram indolores e nada ritmadas. Nesse dia, como já estava com 40 semanas, fiz um ultrassom para verificar como estava o bebê. O resultado apontou líquido levemente baixo. Na consulta (a essa altura o acompanhamento era de três em três dias), a Fran, enfermeira obstetra da Casa Ângela, me disse para economizar nas atividades e beber bastante água, mais de três litros por dia. Pedi que ela fizesse um exame de toque (O primeiro que eu fiz em toda a gestação. Fora raras exceções, não, o teste não precisa ser feito durante todo o pré-natal) Eu estava com 3 cm de dilatação. Ela também me passou a receita de um chá da parteira mexicana Naoli Vinaver para estimular o trabalho de parto. Passei a terça e a quarta seguindo as recomendações e continuei sentindo as contrações ainda sem dor, porém, pegando certo compasso. Na quarta-feira, elas estavam entrando mesmo num ritmo. Às vezes de 10 em 10, depois de 7 em 7 e depois de 5 em 5 minutos. Mas como não tinha dor, era difícil contar e controlar, então tentei não ficar tão esperançosa. Avisei o Luiz para ficar alerta, mas pedi que ele não dissesse nada para ninguém, porque podia ser alarme falso.

Preparei o jantar, comemos e assistimos à final da Recopa na televisão. Corinthians x São Paulo. Luiz, o irmão dele e a namorada do irmão torcendo para o Corinthians e só eu são paulina em casa, passando raiva com o futebol horrível do meu time (é só uma fase, tá, gente? Vai passar). Eu estava irritadíssima e não sabia o motivo. Claro que o futebol e a torcida contrária, EXAGERADA no caso do pai da Marina, davam uma pontinha de raiva, mas estava demais. Eu queria matar alguém. Eu queria ficar sozinha. Então, decidi abandonar a TV e ir dormir. Mas assim que entrei no quarto, às 23h30, um líquido começou a escorrer pelas minhas pernas e a molhar todo o meu pijama. Sim! A bolsa havia estourado!

Fiquei alguns minutos parada, perplexa, e depois consegui chamar o Luiz, que entrou em pânico. Ele começou a pegar as mochilas, a correr de um lado para o outro, a acelerar. E eu, supercalma, tranquila, disse que ia tomar um banho antes e disse para ele ficar tranquilo. Conforme as meninas da Casa Ângela tinham nos dito nas consultas anteriores, não era preciso sair correndo se a bolsa estourasse e o líquido estivesse clarinho. Mas ele estava incontrolável. A Lumy, minha cunhada (muito bonitinha, um amor de pessoa!), também um pouco assustada, porém mais controlada que o pai da criança, ligou na casa de parto e disse o que tinha acontecido, pedindo orientação. A Fran estava de plantão e falou o que eu já sabia, para ir para lá, mas com tranquilidade.Chegamos lá por volta da meia-noite e ela me levou para o quarto de parto. Fez um toque e disse que eu estava com 4 cm. Falou que era preciso esperar o trabalho de parto começar de fato e que se não iniciasse em 6 horas, precisaríamos ser encaminhados para o hospital, porque a bolsa já estava estourada e tudo mais. Ela disse que ainda ia demorar um pouco e pediu para tentarmos dormir porque depois ficaríamos cansados e falou que voltaria umas 3 horas da manhã para avaliar como eu estava. Deitei na cama e o Luiz deitou num colchão ao meu lado. Mas assim que a Fran virou as costas, comecei a sentir as contrações. Dessa vez, doloridas para valer. Eu nem conseguia raciocinar para contar exatamente de quanto em quanto tempo. Só sei que a intensidade aumentava, elas ficavam mais compridas e os intervalos cada vez menos espaçados. Eu levantava, me apoiava na cama, rebolava, andava para tentar aliviar. E a coisa ficando brava. O Luiz não sabia o que fazer para me ajudar. Tentava me fazer rir, tentava fazer massagem… Ele perguntou se eu queria que ele chamasse a Fran, mas eu disse que era melhor esperar. Umas 3h15 as dores já estavam num nível hard e a Fran chegou. Pedi que o Luiz ligasse para a Dani, nossa doula. Ela viu que eu estava com muitas dores e perguntou se eu queria ir para o chuveiro. Respondi que sim. Que alívio! Sentei na bola e sentia a água quente caindo sobre a pele. Ajudou MUITO. Mas as contrações não davam trégua. A Fran queria monitorar os batimentos cardíacos da Marina e eu não tinha intervalo suficiente para ela conseguir fazer isso. Pouquíssimo tempo depois, já veio a vontade de fazer força. Eu segui meus instintos e a Fran não interveio em momento algum. Comecei a fazer força e soltava uns gritos que eu nem sabia que tinha a potência para dar. O Luiz via toda aquela dor e não sabia o que fazer para ajudar. Mas fazia massagens, me segurava, me dava beijos… Eu me apoiava nele. Era fundamental ele estar ali comigo naquele momento. Depois, quis sair do chuveiro e voltei para o quarto. Sentei no banquinho de parto e ele sentou atrás de mim, me segurando. Apoiei meus cotovelos e fazia muita força sobre as pernas dele. Ele sem dar um piu. A Fran disse que a Marina já estava chegando e que já dava para sentir os cabelinhos. Coloquei a mão e senti. Aquilo me deu ainda mais força.
004

006

Eu estava exausta, mas a cada dor, pensava que minha bebê estava mais perto. Eu tinha de continuar. A Fran sugeriu que eu sentasse na cama, colocasse os pés no apoio e segurasse no arco. Topei. Foi a melhor posição para aquele momento. Mais algumas forças e sentia a cabecinha da minha princesa lá embaixo. Parecia que eu ia ser rasgada, mas eu sabia que estava quase e que precisava terminar aquilo. Até que a cabecinha saiu. Eu não acreditava. O restante saiu em segundos e, às 5h49, Marina veio direto para os meus braços. Fiquei em choque. Eu não acreditava, achava que demoraria mais. Senti uma felicidade absurda e toda a dor cessou de repente, como mágica. Eu só conseguia falar. “Não acredito, não acredito, não acredito!”. O Luiz também estava passado. A gente se beijava, olhava para ela, estávamos em êxtase. Ela nasceu e logo abriu os olhos. O ambiente estava escurinho, apenas com a luz suave de um abajur. A pequena não chorou! Parecia muito tranquila. Ela ficou nos meus braços e, com a ajuda da enfermeira, a coloquei no seio, para mamar. Ela ainda não sabia sugar direito, mas foi o primeiro contato. Muito, muito mágico. Não tenho nem palavras para descrever. O cordão ainda nos ligava e pulsava. Quase não senti a placenta sair. O Luiz ficou receoso de cortar o cordão, então eu fiz isso. Tive uma pequena laceração e levei alguns pontinhos, mas nem senti nada. Só tinha olhos para a Marina, que estava nos meus braços. A Dani, nossa doula, chegou e Marina já estava nos meus braços. Depois de mais de uma hora, Marina ainda no meu colo, recebeu a injeçãozinha de vitamina K e só mais tarde foi ser pesada e medida. Nasceu com 3,170 kg e 50 cm, perfeita. Cabeludinha, olhos escuros e atentos, dedos compridos e finos nas mãos e nos pés (iguaizinhos aos meus, preciso dizer!). Teve Apgar nota 10. Coisinha mais linda do mundo.

011

1082731_516362658436980_1010198889_n

Eu tinha feito um plano de parto, dizendo que colocaria música, fiz uma playlist só para esse momento, disse que entraria na banheira, que comeria chocolate… E foi tudo tão rápido e intenso, que não deu tempo de fazer nada disso. Nem na tal da partolândia (estágio do parto tão forte que acaba levando as mães a um outro nível de consciência) deu tempo de eu chegar. Mas, no fim, melhor assim, foi tudo do jeitinho que tinha de ser.

Enquanto a enfermeira colocava uma roupinha nela, eu fui tomar um banho. Estava me sentindo muito bem. Entrei na banheira e foi muito relaxante. Tomei banho sozinha, assim, logo de primeira. Depois, fomos para o quarto e ela dormiu. Eu e o Luiz também conseguimos descansar.

971529_10201514247397670_784810354_n

 

181869_630265766992187_1830257335_n

Ficamos pouco tempo na Casa Ângela. No dia seguinte, já tivemos alta e pudemos ir para casa. Mas durante esse pouco tempo, fomos tão bem tratados, que me sentia em uma pousada daquelas bem aconchegantes. Todos os cuidados e a atenção das enfermeiras, das técnicas, das meninas da cozinha (lanchinhos e refeições deliciosas a toda hora, de fazer qualquer mãe e pai se recuperar, mesmo depois do parto mais difícil). Recebi a visita da minha mãe, que veio do litoral norte de São Paulo em tempo recorde assim que recebeu a notícia, e da minha irmã. Tudo muito íntimo e aconchegante.

Enfim, Marina não poderia ter chegado ao mundo em um lugar melhor e de uma maneira mais respeitosa.

O dia mais feliz da minha vida. O dia em que me senti a mulher mais poderosa do mundo. O dia em que eu senti que se eu quero, eu posso, eu consigo. O dia em que segui a natureza e, como qualquer fêmea mamífera, EU PARI.

Anúncios

28 opiniões sobre “Ela chegou! – Relato de parto humanizado na Casa Ângela, em São Paulo

  1. Que delícia ler seu relato, Van. Super incentiva as futuras mamys a confiar no instinto natural e tentar, até onde puderem, um parto como este. Feliz por você!! Que a Marina cresça com muita saúde e amor. Beijão!

  2. relato de pura emoção! lindo! a Marina é linda e meu parasita tem um macacãozinho igual a esse! hahahaha Ai, que demais, PAranbéns para vocês, pelo parto, pela emoção, pela beleza do nascimento!
    Que a Marina seja abençoada pela vida, assim como foi pelo parto!
    Bjoks e muito, mas muito leite pra vcs! ;-D
    Carol

  3. Vanessa, que relato mais lindo!!
    Foi rápido mesmo a evolução, né? Eita, coisa boa!
    Tudo no tempo exato da Marina, do jeitinho que tinha que ser ^^
    Aliás, ela é linda, linda! 😀

    Eu, que também quero meu parto na Casa Angela, adorei saber que foi tudo do jeitinho que você esperava.

    Parabéns pela força, pela determinação e pelo lindo parto!
    Só desejo muita saúde pra vocês todos, muito leite e muita ocitocina para essa nova vida que acabou de começar!

    Super beijo!

  4. Eu acompanho seu blog desde o seu sexto mês e tenho visto sua ansiedade e calma ao mesmo tempo. Há uma semana mais ou menos me veio que ela poderia ter nascido, porque já fazia uns dias que você estava sumida rs, fiquei tão feliz ao ver que ela realmente veio. Me emocionei com a sua experiência, e sei que um dia eu terei forças para passar por tudo isso, porque da primeira vez infelizmente tive algumas complicações e a pequena teve que vir antes da hora e nas mãos do médico. Parabéns pelo seu anjo, que vocês sejam muito abençoadas, ela é linda! Beijos

  5. Vanessa! Este seu depoimento foi um presente para nós! Que texto lindo! Chorei! Parabéns por sua força e pelo amor que transmitiu desde o primeiro parágrafo. Felicidade a gente só deseja pra reforçar este momento que é mesmo muito mágico. Seu parto deve ter sido lindo, como toda mãe sonha. Beijos e, aqui, todas nós contamos – inclusive a minha Marina – os dias para pegarmos a Marina no colo! E, sim, vc deixou TODOS encantadíssimos quando a trouxe para visitar a redação! Beijos!

  6. Vanessa, sempre disse pras minhas amigas grávidas que o dia do prato dos meus filhos foram os dois dias mais felizes da minha vida! Até hoje, e faz tempo que eles nasceram… eu lembro e fico emocionada! Tenho certeza que vc vai guardar essa sensação pro resto da vida. Não tem nada tão especial quanto dar a luz! Parabéns pra vc, pro Luiz e boas vindas pra Marina! Que ela tenha uma vida plena e que um dia possa também relatar as emoções do seu prórpio parto! Beijo grande

  7. Ai que bonitoo!!! Parabéns pela Marina! que ela traiga muita alegria para essa família!!!
    Que bom saber de um parto feliz… tranquilo… para ser lembrado… e contado…
    Parabéns outra vez! beijo aos 3!!

  8. Pingback: As dores e as delícias de amamentar | Casa, cozinha e fralda trocada

  9. Olá Vanessa!!
    Estou com 15 semanas e doida atrás de um belo parto normal – dificíl ao extremo de se encontrar aqui onde moro (Campinas-SP), onde todos os médicos querem fazer cesárea, e os poucos que topam um parto nornal, cobram uma fortuna a parte pela tal “taxa de disponibilidade”. Estava quase arrancando os cabelos quando li seus relatos sobre a Casa Angela e creio ter visto uma luz no fim do túnel!!!
    Me emocionei demais com seu relato sobre seu parto! Muito obrigada por compartilhar essa experiência e ajudar a muitas outras mamis, incluindo a mim!!
    Parabéns pela Marina, que ela seja muito abençoada e que a nova “fase” da familia seja muito, mas muito repleta de felicidade!!
    Logo menos farei uma visita à Casa Angela!! 🙂
    Beijos e mais uma vez muito obrigada!!!

  10. Van, eu tinha visto que vc estava grávida e vi quando a Marina nasceu, mas não imaginei que vc a teve de parto humanizado. Um sonho! Parabéns e felicidades! Quero o contato da sua doula, please! Estou no comecinho da minha primeira gestação e também quero assim, humanizado, sem violência.
    Beijos e muita saúde para vocês!

    • Oi, Cynthia. Foi sim! Acho que deve ter sido a escolha mais bacana que eu já fiz na vida! Foi tudo do jeitinho que eu queria. Até melhor, para falar a verdade.

      Parabéns pela gravidez! Olha, minha doula era a Daniele Ichikura, mas nem deu tempo dela chegar, porque Marina nasceu apressadinha. Recomendo que você faça o acolhimento (toda quarta-feira, às 9h) na Casa Ângela para saber mais. Vou te passar umas dicas pelo Facebook.

      Beijos e obrigada pelo comentário.

  11. Olá querida.
    Li seu relato e achei o máximo.
    Parabéns viu?
    Estou muito querendo ter na Casa Ângela, só preciso conversar com pessoas que já passaram pela experiência e arranjar o dinheiro hahaha
    Você pagou ou mora no bairro da Casa Ângela?
    E teve todo o apoio durante seu trabalho de parto? As massagens e tal?
    Beijos.

  12. tb tive meu parto na casa angela, há 15 dias atras e, que saudade de lá já! lá as enfermeiras ajudavam mais que qlqr vovó ou papai e eu n tava tendo tando problema com as coliquinhas nem com o soninho do meu Benjamim!

  13. Querida Vanessa, achei seu blog no susto, estou grávida de 5 semanas, segunda gestação. Tive uma cesariana sem aceitar pois desejava o parto normal, vejo que hoje no Brasil a cesariana é um parto rápido, fácil e indolor (apenas no parto, mas depois a dor é quase insuportável), estou tendo os mesmos dilemas da primeira gravidez, não achar uma maternidade ou um médico que queira fazer o parto humanizado. Pesquisando achei sobre a Casa Angela e a Casa Sapopemba ambas de Parto humanizado aqui em SP. Vi seu relato e chorei de emoção pois o que você desejava antes da sua filha nascer foi o que aconteceu. Quero muito conhecer a Casa Angela e espero que o meu bebe seja recebido por todos com muito amor e carinho como foi a recepção sua e da Marina. Você deixou seu lindo exemplo para muitas mulheres que querem sentir o verdadeiro amor de MÂE o PARIR!!!! Parabéns.

    • Oi, Patrícia. Que bom que gostou do meu relato. O parto foi uma experiência única para mim. Não foi exatamente como eu queria: FOI MELHOR. Lindo poder sentir a força da natureza e sentir que fazemos parte dela. Espero que consiga seu parto com respeito, como você e seu bebê merecem. Conseguiu ir conhecer a Casa Ângela? Depois volte para me contar!

      Beijos e obrigada pelo comentário.

  14. Chorei com seu parto! lindo, lindo.. Parabéns.. achei seu blog procurando histórias sobre a casa Angela.. já fui lá conhecer e estou encantada.. espero que eu consiga ter meu 2º parto, parindo!

    • Oi, Aline! Fico feliz que tenha gostado do relato e da Casa Angela. É mesmo um lugar muito especial. Você vai conseguir sim! O principal você já fez (e continua fazendo): buscar informação. Acredite em você! E depois me conte tudo! Beijos!

  15. Pingback: E lá se vai um ano de Marina… | Casa, cozinha e fralda trocada

  16. Olá querida.
    Li seu relato e achei o máximo.
    Parabéns viu?
    Estou muito querendo ter na Casa Ângela, só preciso conversar com pessoas que já passaram pela experiência e arranjar o dinheiro hahaha
    Você pagou ou mora no bairro da Casa Ângela?
    E teve todo o apoio durante seu trabalho de parto? As massagens e tal?
    Beijos.(estou repetindo o mesmo comentario de Emanueli,porque minha duvida é a mesma,hoje fui conhecer a Casa…)

    • Oi, Patricia. Tudo bem?

      Desculpe a demora para responder. Obrigada pelos parabéns.
      A Casa Ângela é um lugar perfeito, viu? Não tenho nem palavras para descrever a alegria de ter descoberto isso a tempo. Minha filha não poderia ter vindo ao mundo de maneira melhor, mais acolhida.
      Eu paguei. Eles costumam ser bem flexíveis com relação a isso. Dá para conversar, dividir, parcelar… Enfim! E é um dinheiro muito bem gasto.
      Tive todo o apoio de uma enfermeira técnica e da obstetriz que me acompanhou. Depois do parto, as meninas também me ajudaram com amamentação e tudo mais.
      Para massagem, acho legal você ter uma doula. Conhece alguma? Se quiser posso te indicar. A minha, na verdade, não teve nem tempo de chegar. Marina foi mais rápida. Mas ela é um amor. Posso te passar o contato depois.
      Você foi conhecer a casa? Gostou?

      Bom, se tiver mais dúvidas, pode me perguntar, viu? Não sei se ajudou, mas… Estamos aí.

      Beijos e obrigada pela visita.

  17. uau que leitura….que experiencia.
    Olhos marejados de sentir que poderei ter um dia desses também logo logo logo
    Muito obrigada por compartilhar o momento de sua familia linda.
    bjs

  18. Poxa, lindo. Quase chorei.. Não sei se teria coragem, mas gostaria muito muito muito de ter. Aaah se existisse uma receita pra coragem. Parabéns pela linda filha.

  19. Pingback: ¿Cómo es un parto humanizado? | Mamás Rockstars MX

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s