Por que as mães não conseguem terminar nada em casa? Finalmente flagraram o meliante!

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Você está lá, na sua casa, em um dia tranquilo, e aproveita para passar um tempo com seu filho e, ao mesmo tempo, dar aquela geralzinha. Uma, duas, três, oito horas depois, a situação da bagunça e a da sujeira continua exatamente a mesma, se não for pior. Qual é o elemento desconhecido dessa equação? Pois o mistério foi descoberto. As produtoras do divertidíssimo site Story of this life flagraram a ação em um vídeo. Preparados para a verdade? Olha só!


Ainda sobre a questão do aborto

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Confesso que fiquei assustada com a repercussão do último post, em que expliquei por que não postaria a foto da minha barriga em uma campanha contra o aborto. Uma enxurrada de comentários. Entre muitas coisas legais, novas informações e uma troca saudável de ideias, também li uma série de ideias que quase me fizeram perder a fé na humanidade. Quanta gente que não entendeu o que eu disse, quanta gente usando o nome de Deus para fazer justamente o contrário do que diz a Bíblia – lembram daquela parte em que atiraram pedras em uma prostituta? Mas tudo bem… Fico feliz por ter levantado uma questão tão importante. Espero que um dia, as pessoas separem suas crenças e opiniões da realidade, que está escancarada todos os dias – para quem quiser ver, é claro.
Em tempo: quando citei que as mulheres negras e pobres são as que mais sofrem as consequências do aborto clandestino, não falei por preconceito. Sei que mulheres brancas e pobres, negras e ricas, orientais de classe média e várias outras combinações também abortam. Só é uma realidade.
E quando disse que sou contra o aborto em mim e a favor da escolha das pessoas, obviamente não quis dizer “eu não faço mas quero que vocês todas façam, se ferrem e queimem no mármore do inferno depois de matarem seus bebês”. Me recuso a explicar mais do que isso.
Obrigada a todos por levantar a discussão. Quem sabe um dia possamos julgar menos e estender mais as nossas mãos.

Por que não vou postar uma foto da minha barriga em uma campanha contra o aborto

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Acordei ontem com a timeline cheia de amigas grávidas. Quanto amor, quanto neném, quanta ocitocina rolando em cada nó dessas redes sociais! Mas, depois de tomar minha pequena grande xícara de café com leite e esfregar os olhos direitinho, comecei a ler as legendas e vi que era uma campanha contra o aborto. Pelo que entendi, funciona assim: você posta uma foto sua grávida e depois desafia uma amiga a fazer o mesmo e assim por diante. A coisa vai virando uma corrente.

Até fui desafiada por algumas amigas (superqueridas, é bom que se diga), mas, em vez de simplesmente ignorar o pedido, resolvi fazer um post explicando com mais detalhes meus motivos para quebrar a corrente. A campanha se diz contra o aborto e pró-vida, mas eu acho que as duas coisas não conversam. Sou sim pró-vida e é justamente por isso que sou a favor da legalização do aborto.

 

Vamos por partes. Quando dizemos “pró-vida”, estamos falando da vida de quem? Só do bebê? E a vida da mãe? Não conta? O bebê precisa sobreviver e a mulher que se dane. E se esse bebê sobreviver, que tipo de vida ele vai ter? Tudo bem se uma mulher entrar numa clínica num fundo de garagem e ser tratada como uma carne de terceira em um açougue de quinta?

 

Aí você, defensor da moral e dos bons costumes, vai logo argumentar: “Mas também, quem mandou querer abortar? Merece!” (Ah, a nossa facilidade de identificar quem merece ou não merece algum destino… Quantos deuses, quanta onipotência!)]

 

Olha, gente, o buraco é muito, mas muito, mais embaixo.

 

Muita gente não entende e pode até despejar um caminhão de acusações e dedos indicadores apontados para a minha cara. Mas SOU A FAVOR DA LEGALIZAÇÃO DO ABORTO.

 

Aí, algumas pessoas vão me perguntar: “Mas como? Você, que fala tanto dos bebês, de gravidez, de amamentação, de parto natural e todas essas coisas de índio? Mas quanta hipocrisia isso agora, de defender o aborto!”.

 

Eu explico: eu sou contra o aborto em mim, mas, por uma questão de saúde pública, sou a favor da legalização para quem, por algum motivo (e podem existir vários, diversos, alguns até que a gente nunca imaginou) escolhe esse caminho. Não conheço as histórias de todas as mulheres que fizeram, fazem e farão essa opção. Então, simplesmente não dá para julgar.

 

Ter um filho é algo que vira sua vida de cabeça para baixo, que muda tudo e que, às vezes, até te sufoca com tanta responsabilidade. Ainda que isso aconteça de maneira planejada, desejada, em um lar cheio de amor, com mãe e pai plenamente absorvidos pela paternidade e dedicados à tarefa de cuidar daquele novo ser, é EXTREMAMENTE difícil. Imagine quando a situação não se parece em nada com isso?

 

“Ué, mas na hora de fazer foi gostoso”, dirão os puritanos, com dedos em riste. Será que foi mesmo? Em que condições isso aconteceu? Você sabe? E se foi mesmo? Por que ninguém fala isso para o pai?

 

Quantos pais abortam e ninguém fala nada? É que o aborto do pai é mais fácil e livre de julgamentos. Ele simplesmente vai embora, some e nunca mais olha na cara daquela mulher, com a qual ele gerou um filho. Pronto, abortou. Não vai ser mais pai. A criança e a mulher morreram para ele. Ainda é capaz de receber tapinhas nas costas e ouvir elogios: “Fez bem, amigo, saiu na hora certa”.

 

Não fiz nenhuma pesquisa, mas não tenho medo de afirmar, mesmo assim, que, pelo menos 9 (se não 10) entre 10 mulheres, que já realizaram um aborto sofreram – e ainda sofrem, ainda que tenha sido há muito tempo – por isso. Ninguém é a favor do aborto dessa maneira, como apontam os tais pró-vida/contra aborto. Ninguém acha legal ou acorda de manhã pensando: “Nossa, que dia maravilhoso. Quer saber? Acho que vou ali fazer um aborto” ou então “Ah, dane-se. Não vou usar camisinha. Daqui a alguns meses faço um aborto e pronto”. É uma decisão trágica, desesperadora e que marca para sempre a vida da mulher.

 

A diferença é que algumas delas vão de óculos-escuros a clínicas chiques e entregam cheques gordos a recepcionistas bem arrumadas e com brincos de pérolas nos bairros mais ricos das grandes metrópoles. Outras, se submetem aos açougueiros, que mencionei acima. E essas últimas, infelizmente, de maioria negra e pobre, se deitam nestas macas sujas e nunca mais se levantam.

 

Sou contra o aborto, sim, em mim. Por isso não faço. E se você é contra o aborto também, que ótimo: simplesmente não faça também. Mas sou a favor da legalização do aborto, porque sei que as mulheres que decidem fazer, vão fazer de qualquer maneira. Que pelo menos elas possam fazer isso de maneira segura, sem arriscar a própria vida. Que existam menos Jandiras, menos Cláudias, menos Marias e menos Antônias. Afinal, somos ou não somos a favor da vida?

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Um ano e meio de Marina

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Da última vez em que eu consegui escrever por aqui, Marinoca tinha 1 ano e 2 meses. Parece que já faz tanto tempo… E já faz mesmo! Como ela mudou desde então. E como as mudanças e evoluções têm acontecido com uma frequência
assustadoramente veloz. Do alto de seu 1 ano e meio (meu Deus! Como?), ela já tem várias novas habilidades.Preciso começar pela mais impactante delas: a de falar. Como fala. Pelos cotovelos, pelos joelhos e até pelo nariz, se deixar. É uma tagarelinha essa menina. No começo, eram balbúcios, depois, repetições de sílabas simples – aquelas que vocês acompanharam por aqui nos meses anteriores “mamã”, “papá”, “abum”. Depois, não sei como, ela passou a falar cada vez mais e a expressar o que quer, mesmo sem imitar ninguém. Ela absorveu uma boa quantidade de palavras e começou a formar de verdade um vocabulário. Às vezes até surpreende a gente com coisas que ela não deveria ter aprendido a falar, se é que vocês me entendem. “Consigo”, “Quéio”, “Páia papai”, “Qué feijão”, “Qué leitinho” e “Tô fome” são algumas de suas expressões mais repetidas.

Quanto a entender, nem preciso comentar. Ela entende TUDO, absolutamente TUDO o que a gente fala. Quando eu ainda nem tinha filhos, lembro de ouvir as pessoas conversando sobre assuntos aleatórios na presença de crianças que ficavam ali, sendo ignoradas e aparentemente boiando, pelo simples fato de serem crianças. Mas agora descobri que eles faziam tudo, MENOS boiar. Crianças entendem tudo. E por isso é preciso um cuidado danado quando elas estão por perto. Elas não só compreendem, como absorvem. E tudo pode ser usado contra você mais tarde. Tipo, você no supermercado e a criança solta um palavrãozinho inocente, bem alto, naquela fila gigante do caixa. E sempre vão ter várias tiazinhas na fila (é inevitável). Aí, você tem a certeza de que as caras das pessoas ao redor (principalmente das tiazinhas), cujos olhares todos se voltam para você, significam que elas estão pensando coisas do tipo “Que mãe é essa? Como ela ensina isso para a filha? Um bebêzinho tão lindo, já perdido na vida” e uma infinidade de frases parecidas. Não que a Marina fale muito palavrão, mas, de vez em quando (confesso), sai algum em casa e ela é uma esponjinha. A missão agora é policiar as palavras ditas, em qualquer momento.

Como dá para perceber pelas frases preferidas dela, citadas acima, comer é uma de suas atividades favoritas. Ela adora. E feijão é um dos pratos preferidos. Tem vezes em que ela come toda a comida do prato e depois lança um: “Qué mais feijão”. E aí come puro. Já aconteceu até de repetir o feijão duas vezes. Duvido que ali dentro tem só um estômago de bebê.

Ela também foi apresentada – contra a minha vontade, que fique claro – a alguns doces, ao leite com chocolate e até ao refrigerante. Mas eu mesma nunca dou. Não é algo rotineiro. Evito o quanto posso, mas sempre vai ter alguém para falar “Só um pedacinho. Que mal vai fazer?”. Eu deveria ser mais firme, eu sei, mas não sou. Aliás, outra frase que a Marina gosta muito de repetir: “Só um ‘poquinho’ mamãe”. Geralmente o contexto é esse: alguém oferecendo algo que eu não quero que ela coma. A pessoa insiste e ela topa fácil, porque sempre é algo colorido ou realmente apetitoso. E aí eu cedo. Ô, vida.

Ela gosta de andar e de correr. Quase não quer saber de colo ou de carrinho quando estamos na rua. Temos que nos adaptar ao tempo dela e ficar de olho. Às vezes, nem a mão ela quer dar.

Tem desenvolvido um certo gosto pela independência. Quer fazer tudo sozinha. Andar sozinha, comer sozinha, colocar a roupa sozinha… Quando ela se cansa de tentar, logo pede. “Aiuda mamãe”.

Ainda mama no peito, mas diminuiu bastante a quantidade, principalmente depois que precisei ficar uma semana sem amamentar por conta de uns remédios que precisei tomar para uma crise de torcicolo. Depois conto aqui os detalhes desse episódio.

O torcicolo, que merece um post a parte, também está fazendo com que a gente se prepare para a transição da Marina para o quarto dela. Vamos comprar uma minicama esse fim de semana e tentar começar a saga. Ela dorme tão bem a noite e tem mamado pouco nesse período, então, estou otimista. Outro capítulo a parte…

De vez em quando, ela anuncia que fez cocô ou xixi. Às vezes pede para trocarmos sua fralda. Muitas vezes pede para ficar sem. Totalmente compreensível, com o calor que tem feito aqui em São Paulo. A vovó já comprou um piniquinho. Ela brinca de vez em quando, mas ainda não manifestou sinais de que está pronta para o desfralde. Também não tenho tido muita pressa. Então, tudo certo. Deixa rolar…

Teve uma fase em que passou a abominar o banho. Acho que foi porque desistimos da banheira e ela passou a tomar em pé, comigo ou com o pai, no chuveiro. Comprei um daqueles tapetinhos antiderrapantes para o box e ele tem umas tartarugas, que não deveriam soltar do tapete, mas soltam. No final, isso ajuda, porque elas se transformaram em uma brincadeira. Ficamos grudando as tartarugas no vidro do box e adaptando a música, que virou: “Dona tartaruga subiu pela parede…”. Agora ela está começando a gostar de novo.

Ela tem cerca de 14 dentes e é quase impossível ela deixar eu escová-los. Alguém me ajuda? Não sei como faço. Ela fica me imitando, porque eu escovo junto, mas não limpa, né? Depois tento pegar a escova para limpar e ela não deixa. Fica mordendo e chupando a escova… Não sei como fazer. Devo marcar um odontopediatra? Help!

Com o trabalho e a rotina corrida que temos em casa, não temos tanto tempo juntas quanto eu gostaria, mas acho que o tempo que temos, tem, sim, qualidade (É, as mães que trabalham precisam apelar para o velho clichê do tempo escasso, mas bem aproveitado. Fazer o quê?). Com ela, a própria rotina fica divertida. Ela me faz rir o tempo todo. Olho para aquele tamanho de gente e não acredito como tudo tem passado tão rápido – estou repetitiva, eu sei. Como ela pode ter menos de um metro, onze quilos e já ter tanta personalidade?

 

Ah, ela também já fica com os dedinhos no teclado do computador e diz que está “fazendo intenet”. Além disso, pega meu celular e já tira selfies (como essa aqui embaixo). Ah, essa nova geração…

 

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O 14º mês de Marina

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Uma andarilha, essa menina. Teve tanto colo, que quase não quer mais saber desse negócio. Gosta é de explorar o mundo caminhando sobre suas próprias perninhas pequeninas. Acho que a independência nesse ponto e a imitação foram as principais frentes de desenvolvimento nesse último mês. E tudo tem passado tão rápido que quando eu menos esperar, estarei enrolando brigadeiros novamente para o aniversário de dois anos da Marina.  Enquanto isso, vamos nos apegar ao presente. Os detalhes da última temporada dessa garotinha:

– Os cabelos estão crescendo, loiros, desgrenhados e cacheados. Eu já não faço muito esforço para prender, ela também não gosta muito de manter nada agarrando seus finos fiozinhos. Então, estamos de boa. Cabelos em pé são tendência – para mãe e filha. É, a gente dita moda.

– Mudamos de casa e ela já se adaptou superbem. Como ainda não compramos uma cama nova, estamos dormindo no colchão no chão. #quemnunca? Um tipo de Montessori sem querer, querendo. O mais legal é que com isso, ela acorda e levanta sozinha de manhã. E eu acho muito engraçado todas as vezes. É muita independência para uma pessoa que não tem nem 80 centímetros de altura. Eu levanto primeiro e estou na sala, tomando café ou no computador. Dali a pouco, ouço passos e lá vem ela, direto para o “tetê”, que ela pede em alto e bom som, arrancando minha blusa.

– Sim, ela ainda ama o tetê. Continua firme e forte no peito. Tenho feito uns frilas presenciais e ela fica com a vovó. Durante o dia, toma leite de vaca mesmo na mamadeira, além de comer horrores. À noite e de manhãzinha, é peito, peito, peito.

– Fala perfeitamente “mamãe” e “papai”. O vocabulário, aliás, cresce à taxa de uma palavra por dia, aproximadamente. Agora ela fala “tchau” (tau), acompanhado pelo aceno das mãozinhas, “sissi” (xixi), “bobô” (vovô), “bobó” (vovó), “neném”… E por aí vai.

– Apesar de falar poucas palavras, ela entende TUDO o que a gente diz. Tipo “Marina, leva essa bolinha para o papai”. Ela faz exatamente o que pedimos.

– Aponta o que quer e fala “exi”, que seria “esse”.

– É uma curiosa. Adora abrir portas, gavetas, armários. Ela se junta aos nossos dois gatos, Téo e Laura, e faz a festa tirando tudo das gavetas e espalhando pelo chão.

– Adora fazer carinho nos gatos, mas os carinhos dela são um pouco violentos. Ainda bem que eles são bonzinhos e pacientes. Nem ligam.

– Arrasa nas pistas. Adora dançar. Não pode ouvir uma música que já começa a se chacoalhar. Fomos a um casamento recentemente e ela foi o sucesso do salão, dançando loucamente. Presença certa no álbum e nas filmagens da festa.

– Fica sem mim numa boa (pausa para as minhas lágrimas), desde que esteja com pessoas de quem gosta. Papai, vovós, vovô, tios e tias. Todos cumprem a missão com sucesso.

– Ama um passeio. Não gosta de colocar o tênis, mas basta dizer a expressão-chave “Marina, vamos passear?”, que ela já senta e oferece os pezinhos.

– Está com oito dentes e tem mais dois apontando. Não demonstra sofrimento algum. Nada de febre, nem de diarreia, nem de nada.

– Apronta todas. Agora deu para querer escalar o rack da sala. Precisa ficar de olho SEMPRE. Vigilância eterna.

– Continua dormindo superbem a noite toda, com a gente.

– Come como um leãozinho. De tudo!

E no final, espaço para uma corujisse (ah, vai, eu posso!)

– ESTÁ CADA DIA MAIS LINDA E MAIS ESPERTA. #prontofalei

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O décimo terceiro mês da Marina

10511152_760864147288565_332006768246641207_nNem vou falar de novo que estou atrasada porque já está ficando cansativo.

Dona Marina já completou 13 meses. Já está quase com 14. E, gente, sério: eles nunca param de nos surpreender. Eu mesma também mudei bastante porque não tenho mais emprego fixo. Vou me virando com um freela daqui, outro dali, e vamos que vamos. Costumo dizer que nunca trabalhei tanto desde que fiquei desempregada, mas, pelo menos, consigo ficar pertinho da pequena. A ajuda da minha mãe é MUITO bem-vinda, porque com a Marina andando, o cuidado é redobrado. Se não fosse ela para me apoiar no dia a dia, não sei como daria certo. (Alô, dona Sandra, um beijo e o nosso “muito obrigada”, hein? Vó é para essas coisas).

Então, vamos aos fatos:

– Ela anda, anda, anda e até corre. Acho que como nunca economizamos no colo, ela teve uma base para construir sua independência. Agora só quer chão. Às vezes, vamos pegá-la e ela chora porque quer chão. No shopping, no supermercado, na rua, na chuva e na fazendo. Ninguém segura essa menina.

– Virou beijoqueira de plantão. E posso dizer COM ORGULHO que a primeira pessoa que ganhou um beijo da Marina fui euzinha aqui. RÁ! Uma das melhores sensações da vida. Vocês têm que experimentar. Sério. Mas depois do meu primeiro beijo, o negócio descambou. Me beija, beija o papai, beija as vovós, o vovô, os primos, as tias, os tios, o sofá, o banco, os gatos… Até o chão ela beija.

– Adora uma limpeza. Não pode ver uma vassoura e um pano que sai por aí brincando de limpar. Será que essa onda dura até os 18 anos?

– Imitar é com ela! Acho que isso explica o item acima (e explica também que eu ando encarnando demais a faxineira). Ela imita tudo e qualquer coisa que a gente faça e parece aprender tudo com uma velocidade incrível. Se alguém ainda achava que ela era só um bebê e não entendia nada, chegou a hora de comprovar que a história não é bem assim.

– Aprendi o apelido novo da Marina com uma amiga que também tem um bebê da mesma idade em casa: “meu piercing”. Meu piercing está sempre grudado no peito. Mama, mama, mama, mama e mama eternamente. Ela mama mais que meu afilhadinho, sobrinho, coisa mais linda do mundo, que só tem três meses (Beijo, Heitorzinho!).

– Ainda dorme coma gente na cama e não gosta de se cobrir.  Posso acordar mil vezes para colocar o edredom em cima dela, que ela se descobre mil vezes também.

– Faz caretas engraçadíssimas. A que vemos com mais frequência é uma modalidade em que ela aperta os olhinhos bem apertadinhos e inclina a cabeça, encarando a gente.

– Fala alemão. Ou russo. Não sei ao certo.

– É muito sociável. Encara as pessoas sem vergonha nenhuma no supermercado e não economiza risadas.

– Dançar é um de seus passatempos favoritos. Não pode ouvir uma música ou até mesmo a palavra “dança” que já começa a sacudir o esqueletinho. E nós babamos sem parar!

– Não estava mais cabendo no balde, então, voltou a tomar banho na banheira. Ela se diverte! Difícil é tirá-la de lá depois.

– Ela também gosta de tomar banho no bebedouro dos gatos. Acontece direto: eu na cozinha, ela atrás de mim (apesar de o pediatra ter dito que ela estava PROIBIDA de entrar nessa parte da casa, que é muito perigosa #doutorvemlavarminhalouçaentão). Eu me distraio por 35 segundos e quando olho para trás, ela está lá, chafurdando a água do Téo e da Laura.

– Ela rosna. Sim, rosna. Quando é contrariada, ela faz cara de brava e um rosnado. A teoria do Luiz é a de que ela aprendeu isso com os cachorros. Faz sentido.

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Duvido você não sorrir

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Imagine que você está dentro do metrô, com a cabeça enterrada em seu smartphone, livro ou revista, quando, de repente, não mais que de repente, escuta aquela música marcante. Ao vivo. A capela. Interpretada por atores de um dos musicais mais queridos da Broadway.  Foi o que aconteceu com alguns cidadãos sortudos que estavam no metrô de Nova York na manhã do último dia 28 de junho. Dê o play, veja o que aconteceu e saiba qual foi a reação dos passageiros:

No total, trinta membros do elenco de O Rei Leão estavam no trem, à paisana. Uma das cantoras começou famoso “Aaaaaaaaaaaah, uenaaaaaaaaat, alalitsibabá” (ou sei lá qual é a letra, mas você entendeu), e, de repente, os atores espalhados pelo vagão, entoaram a música de abertura do clássico da Disney, com composição de Elton John, The Circle of Life.

De acordo com a descrição do vídeo, a ideia foi agradecer ao metrô de Nova York, que levou passageiros do mundo inteiro ao teatro para assistir ao espetáculo, que, no último ano, se tornou o primeiro musical de US$ 1 bilhão da Broadway. A peça é encenada oito vezes por semana, sempre com o teatro cheio.

Eu mesma estive lá em 2010 e chorei litros ao assistir a apresentação. Depois assisti a versão brasileira, que entrou em cartaz em São Paulo no ano passado – e ainda está no Teatro Renault, para quem quiser conferir. Dessa última vez, Marina estava na barriga. O desenho da Disney fez parte da minha infância e ainda me encanta, todas as vezes que assisto. Confesso que até já salvei as músicas no pen-drive para ouvir no som do carro e cantar loucamente no trânsito na volta do trabalho. #quemnunca?

O décimo segundo mês da Marina (mais conhecido como o mês em que ela completou um ano)

marina1ano4Nem dá para acreditar, mas no último dia 18 (tô bem adiantada para escrever aqui, viu? #sqn) essa mocinha completou um ano de vida. No dia, fiz um post com alguns pensamentos sobre a data e o que ela significou para nós e, no fim, nem coloquei nossos queridos tópicos de desenvolvimento. Gente do céu. Acho que não tenho mais uma bebê em casa e sim uma pequena criança que não para nem por um segundo (bem, é isso o que a gente deve esperar de uma criança mesmo, não é?). Então, vamos aos fatos:

– Marina começou a andar para valer. Aos 11 meses, ela já arriscava passinhos e caia, mas desde o aniversário, a habilidade foi desenvolvida meeesmo. Vai para todos os cantos e até anda bem rapidinho, quase correndo, trotando… Não sei como classificar com precisão essa modalidade de caminhada bebezística que consiste em andar rapidamente com os braços para cima.

– Ainda engatinha, dependendo da situação. Geralmente, quando a preguiça fala mais alto. E nessa de engatinha, anda, cai, se arrasta, as roupas vão ficando um cacareco. Ainda bem que ela ganhou bastante na festinha de 1 ano (sobre a qual pretendo postar em breve também).

– Ela usa tênis agora. Tá certo que eu preciso dar dois nós bem apertados no cadarço para ela não tirar,  mas tudo bem.

– Aprendeu a descer da cama de bundinha. Também sobe no sofá, dependendo da altura.

– Aprendeu a colocar as mãozinhas na frente quando cai. Assim, as batidas de cabeça diminuíram, depois do primeiro galo (formado no dia do aniversário – tô devendo a história).

– Subir escadas é agora um de seus esportes preferidos – TEM-ÇO. Basta uma bobeada e ela está lá, escalando degraus. Tem que ficar de olho sempre. Um dia resolvi subir com ela, pensando: “Vou junto. Assim satisfazemos a curiosidade com segurança e depois ela desencana”. Pois subimos a escada INTEIRINHA. Eu atrás, na retaguarda, com o coração na mão e a mão pronta para segurá-la, caso houvesse algum sinal de desequilíbrio. Mas por que, meu Deus? Aí é que ela tomou gosto pela coisa. Home office, academia office.

– Comer continua não sendo nenhum problema para Marina, que possui um estômago de avestruz. Come de tudo e mais um pouco, menos açúcar e fritura. Senti vontade de gargalhar quando fomos ao pediatra depois do aniversário e ele falou: “Olha, agora você pode amassar um pouco menos a comida dela e pode COMEÇAR a introduzir a mesma comida da casa, viu?”. Sabe de nada, inocente.

– Continua com seis dentinhos, mas desconfio que tem mais para chegar. Ela fica irritadinha de vez em quando, sem motivo aparente.

– Dorme muito bem a noite e nada, nada de dia. Obstáculo para o home office da mamãe.

– Continua dormindo com a gente na cama. E estamos bem assim, obrigada.

– Fala alemão, sem nunca ter feito uma aula. Conversa sem parar em uma língua que muito se assemelha à germânica (com a qual eu não tenho, nem nunca tive, a menor intimidade).

– Quando não fala pseudo-alemão, fala nenê, mamã, papá (de papai e de ‘papar’), ábum virou ácum (e significa ‘água’. Tá chegando perto, vai?) e adivinhem qual é sua palavra preferida? TETÊ!

– Imita tudo o que a gente faz. Muito cuidado nessa hora.

– Tomou leite de vaca porque queria imitar o primo durante uma semana que ele passou aqui. Bebia um pouquinho e parava. Depois, queria tetê, tetê, tetê da mamãe. Continua insubstituível.

– Está com 9 kg e 75 cm.

– Os cabelos estão crescendo. Continuam loirinhos e acho que estão formando caracoizinhos na pontas.

– Não cabe mais no balde, então, voltou a tomar banho na banheira. E agora adora banho de novo. Não quer mais sair.

E é isso. Uma evolução sem fim. Fase muito boa essa, em que ela aprende tudo muito rápido e a cada dia surpreende a gente com uma gracinha diferente. Sei que sou suspeita para falar, mas o meu amor por ela cresce a cada dia. É uma fofa, essa Marina. CORUJA ROCKS.

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E lá se vai um ano de Marina…

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Há 365 dias um líquido inesperado (e ao mesmo tempo muito esperado) molhava a calça do meu pijama antes de eu me deitar. Eu imaginava, mas não tinha dimensão de como a partir daquele minuto esquisito minha vida se transformaria completamente.

Naquele dia, tudo aconteceu muito rápido, pelo menos no tempo da minha cabeça, que era diferente do tempo real. Mas só fui descobrir isso depois.

Foi tudo melhor do que eu sonhava. Ela chegou no tempinho dela, em um lugar aconchegante e quieto, com toda a tranquilidade e respeito e veio de olhos abertos, desconfiados, direto para os meus braços. Daquele momento em diante, não nos desgrudamos mais.

Além das mudanças óbvias que a Marina trouxe para a minha vida, senti muitas outras que eu nunca esperei. Mudei de atitude, de opinião, de rotina, de sonho, de vontade, de conceito, de ideia… E quer saber? Me sinto bem melhor assim. E sei que ainda vou mudar muito nessa jornada longa, linda, estressante, feliz e cansativa que é a maternidade.

Aqueles olhos que me olharam desconfiados no quarto da casa de parto foram se acostumando a me ver pelo lado de fora e a encontrar conforto em mim. Confesso que no início eu sentia medo. Como eu ia fazer com aquele ser totalmente dependente da minha pessoa? Eu daria conta? Eu conseguiria fazer o melhor? Eu conseguiria sobreviver a tantas alterações e responsabilidades na minha vida? Depois, fomos nos habituando uma a outra, nos apegando cada vez mais, de maneiras diferentes. Ela cedeu algumas coisas – tipo, “ok, eu deixo você dormir por mais horas durante a noite se você prometer me deixar dormir pertinho de você e do papai”. E eu fui cedendo outras – do tipo “ok, vou abrir mão do meu lado profissional (pelo menos da maneira como eu o conhecia), se você me deixar acompanhar cada evolução, cada dente, cada momento, cada sorriso seu”. E assim caminhamos durante um ano inteirinho. E continuaremos caminhando por muitos e muitos anos juntinhas. Assim espero!

Aprendemos juntas: ela a viver do lado de fora e eu a olhar mais para dentro.

Com ela, aprendi a buscar informação para tentar fazer o melhor, ainda que nem sempre consiga, aprendi a não confiar cegamente em tradições ou diplomas, aprendi a me aprofundar, aprendi a desconfiar. Aprendi a errar e a aceitar meus erros, mas aprendi também a me cobrar. E isso é, sim, importante. Aprendi a confiar em mim, no meu corpo e na minha intuição. Aprendi a fazer cara de alface quando ouço aqueles conselhos que nunca pedi (e como ouço!)

Ouvi – e sei que ainda vou ouvir – muitos pitacos valiosos, muitos palpites desnecessários, muitos comentários inconvenientes e outros que parecem ser a luz no fim do túnel. E ainda tem muita coisa para vir. Sei que vou ficar cansada e querer um tempo para fazer a unha, ler uma revista ou sentar na minha cama com uma xícara de café com leite e olhar para o nada durante míseros cinco minutos, sem conseguir. Mas também sei que vou continuar olhando para a carinha dela por alguns segundos e sentir vontade de explodir em um choro de tanta alegria, daquele tipo que não cabe no peito.

Sei que ainda vou errar muito, acertar muito, que ela ainda vai aprender muito, me surpreender, acalmar meu coração, me ensinar… Esse ano foi apenas a primeira parte de um livro com histórias para preencher páginas e páginas.

O resumo de tudo é meio clichê: sim, eu conheci um amor que não sabia que existia. Ou mais clichê ainda: ganhei um coração que bate fora do peito. Ou mais ainda: não consigo nem lembrar direito como a gente vivia sem ela. Sinceramente? Não sei como a gente pode gostar tanto assim de uma pessoa que não tem nem 80 centímetros de altura e seis dentes na boca. Mas gente… Eu estou aqui nesse texto inteiro tentando explicar o inexplicável, algo que não dá para falar. Acho que não existem palavras ainda nessa nossa linda língua portuguesa para traduzir o tamanho desse sentimento e a intensidade dessa transformação. Ou eu é que não as conheço ou não tenho talento de poeta para conseguir escolher as expressões certas. O fato é que essa pequena garotinha é um presente que eu nunca pensei que fosse digna de receber e que hoje está aqui, fazendo nossa vida mais alegre do que um dia pensamos que ela teria o potencial para ser.

Aqueles olhos desconfiados que encontraram os meus há 365 dias são olhos cada vez mais doces, alertas, espertos e abertos para o mundo. Espero que esses olhos ainda possam ver muitas coisas boas. Muitas praias, muitas montanhas, muitas chuvas, muitas árvores, muitas flores teimosas nascendo no meio de muros de concreto, muitos passarinhos coloridos, muitas joaninhas que entram de surpresa pela janela e trazem boa sorte… Meu desejo, nesse aniversário, é que esses olhos sejam cada vez mais curiosos e que consigam ver amor no mundo. Que eles consigam enxergar as verdades, mas que também mostrem a ela a poesia que a vida pode ter. Que eles transmitam amor ao próximo. Que transmitam verdade. Que sejam, para usar um último clichê, a janela de sua alma novinha em folha, com muito para viver, aprender e aproveitar.

Marina, se um dia você estiver lendo esse texto, saiba que amo você. Obrigada por me ensinar o que é o amor. Obrigada por me ensinar tantas outras coisas. Obrigada por mudar minhas perspectivas. Obrigada por escolher nossa família. Gratidão ao universo pela oportunidade de viver ao seu lado. Parabéns por esse primeiro ano de vida, filha. Que venham muitas outras celebrações!

5 dicas para evitar assaduras no bumbum do bebê

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Quando fiquei grávida, imaginei que um dos itens primordiais em qualquer bolsa de neném fosse um tubo enorme de pomadas para assaduras. Pensei, um tanto quanto influenciada por comerciais de televisão, que cada troca de fraldas exigisse uma camada da grossura de uma cobertura de bolo sobre a pele do bebê. Mas foi em uma das últimas aulas do curso de gestantes que fizemos na Casa Ângela que eu descobri que não era bem assim. Quando a enfermeira disse que não precisa passar pomada em todas as trocas e que, quando necessário, um pouquinho do produto já resolve, confesso que fiquei desconfiada. Mesmo assim, quando a Marina nasceu, segui a dica. E deu certo! Gente, ela já vai fazer um ano e posso contar nos dedos as vezes que seu bumbum ficou um tiquinho de nada vermelhinho.

Sei que cada bebê é um bebê, mas mesmo assim quero dividir as dicas que deram certo com a gente. Então, foi o seguinte:

1. Adiar o primeiro banho do bebê – Quando a criança nasce, ela vem envolta por umas melequinhas brancas. Isso se chama vérnix. Apesar de parecer uma coisa muito, muito esquisita, essa meleca hidrata e protege o bebê. É algo mil vezes mais poderoso do que aqueles hidratantes importados que ficam na prateleira mais cara da farmácia, manja? Então, não precisa tirar o bebê de dentro de você e enfiá-lo direto em uma banheira. Curta seu bebê, amamente, cheire, carregue, abrace, conheça… Depois, a enfermeira, a parteira, o médico, o papai, você ou qualquer outra pessoa que esteja acompanhando seu parto pode retirar o excesso e pesar o bebê e oferecer aqueles cuidadinhos básicos. Banho mesmo, pode ser adiado até para o dia seguinte. E nos primeiros dias não precisa esfregar para tirar todo o vérnix. Deixe sair naturalmente. Quanto mais a pele de seu bebê absorver dessa substância, melhor para ele, que ficará hidratado, protegido, resistente. Meleca branca é vida, gente.

2. Algodão e água morna – Os lencinhos umedecidos são superpráticos, eu sei. Mas, pelos menos nos primeiros três meses de vida, seu bebê não merece aquele paninho gelado na bundinha em todas as trocas de fralda. Como a pele é muito sensível, prefira usar apenas algodão, embebido em água morna para limpar. Aos poucos, conforme ele for crescendo, você pode passar a usar mais os lencinhos.

3. Pomada natural – Essa dica vai parecer publicidade, mas não é. Não estou sendo paga para isso. Juro, juradinho. A melhor pomada do mundo para passar no bumbum do bebê (na minha humilde opinião) é a pomada de calêndula da Weleda. O produto é mais suave e utiliza ingredientes mais naturais e menos agressivo à pele do seu pequeno. Ela é um pouco mais cara, mas dura uma eternidade. Comprei uma desde que a Marina nasceu e o tubo ainda está na metade.

4. Use com moderação – A pomada da Marina não durou tanto tempo porque ela é mágica ou se multiplica dentro do tubinho. É que nós usamos menos, bem menos, como eu disse lá em cima. Só aplico a pomada nas trocas quando vejo que o bumbum está vermelhinho. Se não, não passo nada. Apenas higienizo e pronto. Se vejo que está começando a ficar assado, passo um tiquinho de nada na região.

5. Fraldas de pano – Deixei essa dica por último porque, na verdade, não fiz assim tanto uso dela quanto gostaria. As fraldas de pano modernas (não, não são mais aquelas que nossas mães usavam quando éramos criança e davam uma trabalheira danada) também são boas aliadas para os bebês que têm pele sensível. Para os que não têm também. Imagine você usando absorvente todos os dias, o mês inteiro, sem parar, durante dois ou três anos. Um horror, não é? Assim, dá para imaginar que as fraldas descartáveis também não devem ser lá as coisas mais confortáveis do mundo. Então, mudar ou alternar o uso das descartáveis com as de pano, também pode oferecer certo alívio. Eu usei durante um tempo, mas confesso que não me adaptei totalmente. O processo de lavagem é simples (muito mais simples do que parece), mas eu não tentei mudar completamente, até por conta de Marina não ter tantos problemas de assaduras. Fui um pouco preguiçosa nesse ponto. #mejulguem . Mas quero voltar para falar mais das fraldas de pano em breve.